meu caderninho rosa
"Que fique muito mal explicado / Não faço força pra ser entendido / Quem faz sentido é soldado" (Mario Quintana)
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Capítulo V
Assim que deu a hora de irmos para casa, recebemos a informação de que só sairíamos daquele lugar estranho juntos. Não sei por que cargas d’água ele atrasou o grupo só sei que minha atitude foi de ir até ele, pedir licença e puxa-lo pelo braço... A questão agora eram as apresentações formais e não pensei duas vezes antes de fazê-las. Já com o nome dele na mente, cheguei a minha nova casa cheia de orgulho por ter conseguido quebrar a barreira com aquele deus grego... Ou seria romano?! Whatever!
Dias se passaram e a cada vez que nos encontrávamos algo diferente acontecia. Não sei dizer o que ao certo, só sei que toda vez que estou na companhia dele me sinto segura como se já nos conhecêssemos há anos... Como se nossa cumplicidade fosse de anos e anos! Se há várias vidas, eu e ele estávamos juntos de alguma forma em todas elas.
Tudo estava sobre controle até o dia em que trocamos telefone e por obra do destino, ele me deu carona até em casa. No carro, conseguimos conversar e descobrirmos pontos em comuns. Quando cheguei a casa, sai do carro junto com a certeza de que poderia contar com ele em todo e qualquer momento.
No dia seguinte mandei uma simples mensagem de bom dia e a resposta saiu melhor do que eu imaginava. Mas o melhor de tudo ainda estaria por acontecer. Se passou a sexta, o sábado e no domingo o mundo resolveu cair na minha cabeça. Estava insuportável segurar sozinha. Mandei uma mensagem de socorro pra ele porque eu só pensei... nele. Para minha surpresa, ele ligou em imediato. Ficamos por quase 2h conversando. Quer dizer, ele me ouviu reclamar da vida, ele me ouviu chorar, ele me ouviu gritar, ele foi um cavalheiro. Desligamos na intenção de nos encontramos no dia seguinte. Dei a idéia de um almoço e ele só dizia que me daria colo. Depois de meses, seria a terceira noite tranqüila da minha “nova vida”.
O dia seguinte chegou todo lindo... Eu o encontraria e dividiria com ele todo peso das minhas dúvidas e perturbações. Quando o vi, só consegui pensar “Meu, ele está aqui para me apoiar, que massa!”. Cumprimentamos-nos e fomos almoçar. Uma conhecida minha interrompeu nosso bate papo para um oi rápido e se referiu a ele como meu namorado. Achei graça mas nenhum dos dois a corrigiu. Depois disso, voltamos ao meu divan particular. Após o almoço ouvi dele um calmo “Agora sou todo seu sem restrições”.
Compramos um sorvete pra mim e ele só pensava em... fumar! Descemos até o estacionamento, ficamos próximo ao carro dele. Continuei a reclamar da vida, tomando meu sorvete, ele fumando e me ouvindo pacientemente. Até a hora que ele me puxou para um abraço. Eu nunca me senti tão segura como naquele momento. Meu queixou sobre a clavícula dele, o cheiro bom sendo scaneado cada vez mais no subconsciente. Que estranho aquilo! Não sabia se agarrava mais ou se saia do abraço, mas resolvi sair quando senti que começaria chorar.
Resolvemos ir embora, cada qual para suas outras tarefas. Pagamos o estacionamento e entramos no carro. Ele voltou a dizer tudo aquilo d’eu poder contar com ele a todo momento, de poder ligar a qualquer hora e me pediu um abraço. Trocamos palavras amigáveis ao pé do ouvido até que nossos olhares se encontraram e um selinho aconteceu. Foi nesse momento que ele disse que não queria em hipótese alguma me confundir mais do que eu já estava mas que não podia mais segurar... Então um beijo aconteceu entre a gente. E outro, e outro, e outro e quando percebemos estávamos querendo muito mais. Nossas bocas no encontro mais perfeito do mundo. O beijo com gosto de morango com um delicado toque de nicotina. Que corpo mais gostoso ele tem. As mãos dele na minha cintura, no meu corpo... Envolvia-me cada vez mais naquele momento. O carro parecia pequeno apesar de tão espaçoso. Paradoxo infernal não? Depois de minutos intensos dentro do carro, saímos do shopping com uma sensação louca e saudável.
No dia seguinte nos encontramos. Tratamos-nos com maior cumplicidade e eu tive certeza que com ele, eu poderia contar mesmo quando em qualquer hora do dia! (...)
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Bom, você vai ver em sites especializados mil dicas, mil coisas que você TEM QUE TER (odeio isso!) e tal, mas eu estou aqui pra te contar sobre a minha experiência, certo? Então, vamos lá!

Esqueça as calcinhas sexy, fio dental, etc. Leve as maiores e mais confortáveis que encontrar, próprias para maternidade – mas depois jogue fora, por favor!. Capriche nos sutiãs de amamentação (muita gente vai querer ver você amamentar e, por mais estranho que pareça no começo, você vai se acostumar!).
Ah! Leve também uma maquiagem básica. No dia seguinte do parto, garanto, você vai estar pálida, inchada (vai parecer que seu baby nem nasceu ainda) e se sentindo horrível: nada que um make (corretivo/blush/rímel/batom) não dê conta!
Sugiro que você leve absorvente (daqueles mais compridos, noturnos). Seja parto normal ou cesárea, você vai precisar deles. Sei que na maternidade tem, mas é melhor você levar uma marca que te agrade.
Uns pares de meia também são imprescindíveis. Me lembro de ficar com os pés gelados! Bom, além de tudo isso, leve paciência, bom humor para os imprevistos e muito amor. Isso, aliás, é o principal.
A mala do bebê
Para o bebê você precisa levar seis conjuntinhos (de lã ou linha, depende da época do ano): seis bodies para colocar por baixo, seis calças (mijões), seis pares de meinhas. Leve também mantinhas. Não precisa levar seis, elas não precisam combinar com cada roupinha, mas precisa de mais de uma porque acidentes (como vômitos) podem acontecer!
Não esquente em levar fraldas nem outros produtos relacionados à higiene do bebê, isso os hospitais disponibilizam (de qualquer maneira, ligue umas semanas antes do parto para perguntar para as enfermeiras se precisa levar alguma coisa específica).
A minha mala – que você vê na foto - é da BL Baby e você pode comprar na Mamart, loja incrível da Regina e da Luciana, que tem tuuuuudo que uma gestante/mamãe precisa! Eles me presentearam com esse conjunto preto e dourado chiquérrimo.
Beijos!"
Não, não estou grávida e não sei porque essa reportagem me agradou tanto Oo
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
agora é p'ra valer... eu acho, rs
Vamos ver no que vai dar... a ideia ainda é a mesma [...]
Capítulo II

... e a verdade é essa!

Rio, 11/12/11
"Cuidado para não gostar muito dessa ideia de dormir e acordar nas posses de outra, ou de simplesmente, achar que seus sentimentos são 100% correspondidos. Cuidado com a ideia de se achar dona do que não é seu por direito algum. O ser humano tem uma mania muito feia de fazer as coisas por impulso... o mundo dá muuuuuuuuuuuuitas voltas e até hoje eu me surpreendo com esse existir da mãe natureza. Tentei me manter longe, tentei negar, tentei dizer não e trilhar meu caminho. Acontece que não adianta lutar contra a lei da vida. Se é para o céu ser azul em dias limpos e cinza em dias chuvosos, não será e nem terá um outro fenômeno responsável por mudar .... nada! Se sou eu o amor eterno, não será você a responsável por pegar este cargo... Acredite, não há luta e nem o que ser contestado. Todos sabem da verdade e todos entendem as razões e motivos para uma vida estar dividida em duas. Haverá o momento de união destas duas metades, o retomar dos planos e o deixar no tempo, todas essas coisas que estão acontecendo por acontecer. Há coisas que são feitas pela alma, outras por uma simples vontade... eu entendo e respeito isso! Dei a minha borboleta liberdade suficiente para voar por onde quiser.... se ela quisesse nunca mais voltar ao meu jardim, assim seria, mas ... não é assim que acontece. De qualquer forma, voe borboleta... voe e esteja em outros jardins sim. Aproveite o quanto puder, porque quando voltar, será minha e apenas minha, como outrora."



